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Nos idos de 1998: A Arquitetura do Protagonismo e a Refundação da UMES BH (Em homenagem póstuma ao historiador Luiz Lyrio — mestre, amigo e bússola intelectual) Por: Davidson Luiz do Nascimento 30/04/2026 – BV I. O DESPERTAR: A RUPTURA DO SILÊNCIO Belo Horizonte, 28 de março de 1998. No Colégio São Cristóvão, o ar estava carregado com a eletricidade das eras de transição. O Congresso de Reconstrução da UMES BH não foi meramente um ato administrativo, mas uma insurgência contra o esquecimento. Sob a égide de uma nova vanguarda, o silêncio de trinta anos — hiato profundo desde a desarticulação de 1968 — foi estilhaçado. Sob o olhar materno e resiliente de Maria Belém , cujo luto por seu filho, o mártir Edson Luís , serviu como farol moral, a juventude belo-horizontina retomou seu lugar no proscênio da história. II. ENGENHARIA POLÍTICA E FEITOS HISTÓRICOS A gestão 1998-1999 não se limitou ao protesto; ela instituiu uma Engenhari...